Brand book · versão 1 · setembro de 2026

Bruno Cunha — Construtor de negócios

O livro da marca: o que ela diz, como ela fala, como ela se desenha e onde ela aparece. Tudo o que está aqui já existe como arquivo pronto.

01Estratégia02Voz03A marca04Cor05Tipografia06Composição07Aplicações08O Tião09O Cláudio10A CSC.IA11Nunca

Estratégia

Empresa não quebra por falta de ideia

Quebra por falta de ofício — alguém desenhou e ninguém levantou.

Esta é a tese da marca, e ela não é um slogan: é a leitura de quem levantou seis negócios e viu de perto onde cada um trava. Todo negócio é uma obra. E obra não sobe com uma competência só.

O território: o construtor

A maioria dos empresários domina um ou dois ofícios e para ali — o visionário que nunca orça, o operacional que nunca projeta, o técnico que não lidera gente. Raro é quem percorre a obra inteira, e é exatamente por isso que a obra dele sobe.

Bruno Cunha não é mentor, não é palestrante e não é empresário digital. É construtor. Ensina o que aprendeu levantando — e continua levantando.

Os seis ofícios

O método de construção. É o que estrutura a mentoria, o conteúdo e a linguagem interna das equipes: estamos em que fase da obra?

01 Arquitetovisão

Desenhar o que ainda não existe. É a parte que todo mundo acha que é a mais importante — e a única que não constrói nada sozinha.

02 Orçamentistanúmeros

Quanto custa, de onde vem o dinheiro e quando ele acaba. É onde a maioria dos sonhos morre, e ninguém gosta de falar disso em palestra.

03 Engenheiroestrutura

O que segura o peso quando o negócio cresce: processo, sistema, contrato, régua. Sem isso, crescer é o que derruba.

04 Mestre de obraexecução

O que acontece hoje, na obra, com as mãos. Empresário que nunca desce ao canteiro perde o contato com a verdade do próprio negócio.

05 Líder de obragente

Ninguém levanta parede sozinho. Formar, cobrar, sustentar e substituir — a parte mais cara e a que menos se ensina.

06 Pintoracabamento

Marca, atendimento, experiência. É o que faz alguém querer entrar — e o que quase todo negócio deixa por último e nunca faz.

A fundação

Fé e família. A parte da obra que ninguém vê e sem a qual nada fica de pé. Entra como base, não como assunto — uma seção, uma vez, com uma foto de verdade.

O texto, na palavra dele

“Já achei que tinha chegado. E no auge do que eu chamava de sucesso se abriu um buraco no meu peito — eu nunca tinha estado tão vazio. Hoje sucesso, para mim, é honrar a Deus, ser uma pessoa melhor e alcançar o céu.”

Isto não é copy, é testemunho. Publica-se como está ou não se publica.

E há uma coincidência que não é coincidência: um prédio pode subir bonito e estar vazio por dentro se a fundação não estiver lá. A metáfora do território e a história pessoal dizem a mesma coisa — por isso a frase é dele e cabe no palco: “já levantei prédio bonito sem fundação; por dentro estava vazio.”

Os dois métodos

A Fórmula RARA — Relacionamento, Autenticidade, Relevância, Ação — é o método da conversa. Os Seis Ofícios são o método da construção. RARA é como se fala; os Ofícios são como se constrói. E numa obra as duas coisas nunca andam separadas, porque obra é gente conversando.

A cascata do raro RARA (a conversa rara) → Rarus (a empresa que leva isso para dentro das outras) → o construtor raro (o empresário que percorre a obra inteira). Uma família de significado com três funções. RARA é a palestra, de Bruno. Rarus é a empresa, de Bruno e Diego. Nunca existe “Fórmula Rarus” nem “Rara DC”.

Onde isso vira negócio

FrenteO que é
PalestraFórmula RARA — a porta de entrada e o que gera convite
MentoriaOs Seis Ofícios apontados para dentro: em qual ofício você trava
Rarus DCQuando a empresa inteira precisa — treinamento in-company
Os negóciosVox2You, VP Club, Via Permuta. Não são produto da marca: são a prova dela
A vantagem que quase ninguém tem

“Não vivo de mentoria. Vivo das empresas que construí — e é por isso que eu ensino.”

Num mercado onde quase todo mentor tem como única obra vender mentoria, é esta frase que separa autoridade de palanque. Ela precisa aparecer no site, com todas as letras.

Voz

Quem construiu não precisa convencer

Concreto vence abstrato. Diga “três unidades, 1.100 alunos”, não “resultados expressivos”.
Ofício vence teoria. Fale do que se faz na obra, não do que se diz no palco.
O erro entra. Uma unidade é deficitária. Isso não se esconde — é o que separa relato de propaganda.
Uma frase, uma ideia. Se precisou de vírgula demais, ainda não está pronto.

assim não

Transformo empresários em líderes de alta performance através de metodologias exclusivas.

assim sim

Eu levanto negócio. Três unidades de franquia, uma empresa de treinamento, um clube de networking. Ensino o que aprendi levantando.

assim não

Descubra o poder de uma comunicação verdadeiramente transformadora.

assim sim

A maioria erra na comunicação por falar demais. Conversa que fecha negócio tem quatro elementos, e eu mostro os quatro.

assim não

Minha jornada de sucesso começou quando decidi acreditar no meu propósito.

assim sim

Já achei que tinha chegado. Estava mais vazio do que nunca.

Bio curta · 137 caracteres, cabe no Instagram

Construtor de negócios. Três unidades Vox2You, Rarus DC, VP Club.
Ensino o que aprendi levantando.
brncunha.com.br

Bio média · LinkedIn, release, apresentação de palco

Bruno Cunha levanta negócios há mais de dez anos. É dono da Vox2You Marista e sócio das unidades Flamboyant e Araguari, da Rarus DC — desenvolvimento corporativo — e da Via Permuta, além de estar à frente do VP Club. Não vive de mentoria: vive das empresas que construiu. É por isso que ensina.

A marca

BRN em serifa de alto contraste

A sigla é dele há anos — está no e-mail, no Instagram, na boca das pessoas. Não foi inventada aqui; foi limpa. Saiu o C duplicado, que não carregava significado nenhum e criava a única leitura ruim do conjunto.

A letra veio de outro lugar: das marcas que ele admira. Brooksfield, Tommy, Lacoste — todas do mundo da alfaiataria, nenhuma do mundo do bloco geométrico. Serifa de alto contraste lê como roupa boa, não como academia.

A assinatura principal — 90% das aplicações
Sobre o azul da marca
Sobre grafite

O detalhe que segura a peça: as três linhas têm exatamente a mesma largura. O BRN, a régua e o nome por extenso terminam no mesmo ponto dos dois lados — largura travada, não centralizada. É o que faz a assinatura parecer construída em vez de digitada.

As três peças

PeçaQuando
SoltaMarca principal: site, slide, contrato, placa, anúncio
EntrelaçadaOnde não cabe nome: bordado, lacre, favicon, marca d'água
EmolduradaImpresso e objeto: etiqueta, contracapa, relevo seco, certificado
Entrelaçada — o selo
Emoldurada — a etiqueta
Duas versões ópticas da mesma letra Grande (contraste dramático, serifa em fio) acima de 4 cm ou 150 px. Pequena (serifa grossa) para favicon, bordado, cartão e marca d'água. Não são duas marcas — é o mesmo princípio que jornal usa há duzentos anos. Usar a grande em tamanho pequeno faz as hastes finas sumirem. O critério é o tamanho final impresso, nunca o do arquivo.

Espaço livre e redução

Em volta da marca, no mínimo a altura da letra N. A entrelaçada nunca abaixo de 20 mm: as letras se fundem. A assinatura completa nunca abaixo de 30 mm de largura — o ofício some antes da letra.

Cor

Azul Prumo, com o laranja em um lugar só
a cor da marcaAzul Prumo#1B3A5C
Letra, fundos institucionais, títulos.
o acentoLaranja Cota#C8622A
Só a régua e marcações pontuais. Nunca em área grande.
o textoGrafite#16202B
Corpo de texto, fundo escuro alternativo, monocromia.
o fundoPapel#F2F0EB
O fundo claro. Nunca branco puro.
o apoioCinza Cota#55606B
Linha do ofício, legendas, secundário.
apoio no escuroAzul Claro#8FB4D6
A linha do ofício quando o fundo é azul.
a cor do TiãoTijolo#9A4F28
Só do assistente. Nunca em peça assinada por BRN.
a cor do CláudioVerde Esquadro#2C6A4F
Só do engenheiro: cota, capacete e gravata. Nunca em peça assinada por BRN.
a cor da CSC.IACarimbo#8E2C48
Só da agente do CSC: cabelo, crachá e o quadro do carimbo. Nunca em peça assinada por BRN.
A regra que faz o acento funcionar

O laranja atravessa todas as versões: sobre papel, sobre azul, sobre grafite, a régua é a única coisa que não muda de cor. É ela que amarra o sistema e faz reconhecer a marca de longe sem ler a letra.

E é por isso que ele não pode aparecer em mais nada. Se o laranja ocupar mais de 5% de uma peça, algo está errado.

Monocromia

Carimbo, gravação a laser, bordado de um fio, serigrafia de uma cor, contrato em preto e branco. A marca funciona sem nenhuma cor — existem as versões grafite, azul, preto puro e branco puro.

Monocromática grafite
Monocromática azul

Tipografia e elementos

Quatro famílias, quatro funções
BRN
Bodoni Moda 900 · a marca, e só a marca
Empresa não quebra por falta de ideia
Archivo · títulos e chamadas
Todo negócio é uma obra. E obra não sobe com uma competência só — a maioria domina dois ofícios e trava ali.
Source Serif · texto longo. Autoridade se lê em serifa, não em fonte de aplicativo
CONSTRUTOR DE NEGÓCIOS · 22 MM · BRNCUNHA.COM.BR
IBM Plex Mono · cotas, legendas, dados e endereços

As quatro são gratuitas e de licença livre (SIL OFL), uso comercial e modificação liberados, inclusive em marca registrada. Sem royalty e sem assinatura que vence — que era o problema da Axia Bold do manual de 2022.

Os três elementos gráficos

A régua. A barra laranja sob a marca e no rodapé das peças. É o elemento que se repete em tudo e o único lugar do acento.
A malha. A grade construtiva como textura de fundo, sempre discreta — ela é chão, não desenho.
A cota. A linha com pontas e a medida escrita em mono. Usada onde há medida de verdade: esquema de bordado, planta, especificação. Nunca como enfeite.

Fotografia

Canteiro real: em sala, no palco, em reunião, dentro da unidade. Luz do ambiente, nada de fundo neutro de estúdio. Uma única foto de família, sóbria, na seção da fundação. Se a foto pode ser de qualquer empresário, ela não serve.

Composição

A ordem de leitura de qualquer peça

Uma: a informação que interessa a quem olha (a frase, a data, o número).
Duas: a explicação, em corpo menor.
Três: a marca — que assina, não anuncia.

A marca vem por último na leitura e quase sempre no rodapé ou no canto. Peça em que a marca é a primeira coisa que se vê é anúncio de si mesma, e isso é o oposto de autoridade.

A margem mínima Em qualquer peça, a margem é no mínimo a altura do BRN usado nela. Em peça pequena isso parece muito espaço vazio — é justamente esse espaço que faz a peça parecer cara.

Aplicações

Seis inegociáveis, oito por escolha

Inegociável é a aplicação que aparece toda semana e para gente de fora. Se ela estiver errada, a marca está errada — não adianta o resto estar certo. As outras oito são boas, mas se atrasarem um mês, ninguém morre.

Favoritos e aba do navegador

inegociável

Aparece toda vez que alguém abre o seu site. É a aplicação mais vista da marca e a que quase ninguém trata com cuidado.

Favoritos e aba do navegador

Cartão digital

inegociável

O que você manda no WhatsApp depois de um café. Substitui o cartão de papel e é a primeira coisa que a pessoa guarda — ou apaga.

Cartão digital

Fundo de teleconferência

inegociável

Você aparece em reunião online mais vezes por semana do que em qualquer evento. O centro fica limpo de propósito: o espaço é seu, não da marca.

Fundo de teleconferência

Avatar de rede social

inegociável

O selo entrelaçado sobre azul. Em 40 pixels, é isso que sobra da sua marca — e ainda lê.

Avatar de rede social

Capa do LinkedIn

inegociável

O único lugar onde a tese aparece antes de você falar qualquer coisa.

Capa do LinkedIn

Bordado na polo

inegociável

Esquema técnico com as medidas reais, pronto para mandar ao bordador: selo na versão óptica pequena, 22 mm, peito esquerdo, linha Azul Prumo.

Bordado na polo

As outras oito

Por ordem de retorno: as que o cliente vê primeiro, depois as de dentro de casa.

Capa de celular

iPhone 17 Pro, com a área da câmera marcada para a gráfica não invadir.

Capa de celular

Papel de parede do celular

Gradiente do grafite ao azul, marca no terço superior — onde não briga com os ícones.

Papel de parede do celular

Papel de parede do computador

Malha construtiva sobre papel, assinatura ao centro. 2560 × 1440.

Papel de parede do computador

Mouse pad

90 × 40 cm. A régua atravessa a peça inteira na borda inferior.

Mouse pad

Camiseta insider

A da equipe: selo pequeno na frente, assinatura grande nas costas. Malha grafite, silk de duas cores.

Camiseta insider

Painel de parede

Recepção e sala de reunião, 3 × 2 m. A divisão entre o azul e o papel é a própria régua.

Painel de parede

Agenda

Capa A5 em azul, marca em relevo. O laranja aparece só duas vezes: na régua e no pé.

Agenda

Molde de post

Um ofício por post. A estrutura é fixa: eyebrow, frase em Bodoni, régua, explicação, assinatura.

Molde de post
Todos os arquivos estão prontos Cada peça desta seção existe em tamanho real, no formato que o destino exige — 1206×2622 para o papel de parede do iPhone, 1920×1080 para a teleconferência, esquema com cotas em milímetros para o bordador. Ficam em pessoal/marca-brn/logo/aplicacoes. Nada aqui é imagem ilustrativa.

O Tião

T.IA.O — o assistente da casa

Lê-se Tião. Tecnologia de IA para Otimização: o assistente pessoal que atende no carro, no computador e em casa. Ele é extensão desta marca, não uma marca à parte — e a arquitetura toda cabe em uma frase.

A divisão

BRN assina. O Tião atende.

BRN vai no contrato, no site, na palestra e no cartão. T.IA.O vai no app, na voz, no cockpit e no carro. Um é o Bruno; o outro trabalha para ele. Nunca os dois na mesma peça — é a regra que impede o assistente de roubar a assinatura do dono.

Pai e filho — um assina, o outro atende

O logotipo: tijolo por fora, azul por dentro

Mesma letra do BRN — Bodoni 900 — na versão óptica pequena, porque marca de assistente vive em tela pequena. O que muda é o miolo: o T e o O são tijolo; o ponto-IA-ponto é azul.

A inversão é o que faz o logotipo contar a história inteira sem legenda: o azul é a máquina, herdada do BRN; o tijolo é o canteiro. A inteligência mora dentro do nome de obra.

Sobre azul o miolo vira tijolo — única inversão, e por motivo físico: azul sobre azul não se lê

O avatar: robô mestre de obra

Cada peça tem função, e é o que o separa de um bonequinho qualquer.

PeçaO que diz
CapaceteA obra. Em tijolo, a cor dele.
AbafadorEPI de verdade — e diz o que ele faz: ouve.
Olhos azuisSão o .IA. do logotipo. O azul é a máquina.
BigodeO que o torna Tião, e não um robô genérico.
Grade de vozEle responde.
Quatro estados — no cockpit você sabe de relance o que ele está fazendo

A caricatura: o Tião de carne e osso

O robô é o crachá. A caricatura é o homem que usa o crachá. Sessenta anos, magro, branco queimado de sol, bigode antigo, rosto cheio de ruga e cara de quem já levantou muita parede. Veste o uniforme da casa: ele trabalha para a BRN CUNHA, e o BRN está no capacete e no peito da camisa. Cansado, sim. De cara fechada, também. Mas quem trabalha com ele descobre no segundo dia: é bravo por fora e bom por dentro.

Por isso ele tem dois rostos, e os dois são o mesmo homem. O bravo é o que cobra o prazo. O do meio sorriso é o que agradece quando a entrega chega.

O Tião de cara fechada, de uniforme BRN
O Tião de meio sorriso, de uniforme BRN
De cara, bravo. No fundo, bom. O mesmo homem, antes e depois da entrega
TraçoO que diz
Capacete amareloO capacete de canteiro, com o BRN na frente: diz para quem ele trabalha. Mestre de obra, não engenheiro: o branco é do Cláudio.
MagroNinguém fica gordo subindo andaime. É o corpo de quem trabalha, não de quem manda.
Sol na peleTrinta anos de canteiro a céu aberto. O vermelho do nariz e da testa é sol.
BigodãoContinua sendo o que o torna Tião. É a peça que atravessa as duas versões.
RugasCansaço honesto. Ele trabalha o dia inteiro para o Bruno e não finge que não.
Lápis e trenaAnota tudo e mede antes de falar. É a regra de nunca inventar número, desenhada.
Camisa azulO Azul Prumo da BRN com o BRN bordado em branco no peito. É uniforme, não fantasia.

Quando usar cada um

VersãoOnde entra
RobôÍcone do app, favicon, botão do balão, os quatro estados do cockpit. Tudo o que é pequeno e precisa ser lido a 32 pixels.
BravaCobrança, prazo vencido, alerta, tela de erro, figurinha de “e aí, saiu?”.
SorrindoBoas-vindas, apresentação do Tião ao time, entrega concluída, site, palestra, cabeçalho do balão aberto.
Avatar do Tião sorrindo
Avatar do Tião bravo
Avatar redondo para foto de perfil e cabeçalho de conversa. Abaixo de 64 px, volta o robô

As figurinhas

Dez figurinhas para o WhatsApp, cada uma com a frase escrita embaixo. O Tião manda sozinho depois do texto: na cobrança (“saiu ou não saiu?”, “o prazo venceu”, “tô esperando”), quando alguém entrega (“serviço bem feito”) ou responde (“anotado”), no bom dia e no fechamento do time. No máximo uma a cada três horas e três por dia na mesma conversa: figurinha é tempero, e tempero demais estraga a comida.

A frase nunca é desenhada pela IA, porque modelo de imagem erra letra. Ela é escrita por cima, em Montserrat, pelo logo/tiao/figurinhas/montar.py. Trocar a frase não exige refazer o desenho.

As dez figurinhas do Tião
Bom dia · saiu? · prazo venceu · anotado · serviço bem feito · deixa eu medir · tô esperando · bateu a meta · fim do expediente · urgente

Tijolo: a cor dele, não a sua

O Laranja Cota continua sendo do BRN. O Tijolo #9A4F28 é do Tião. A cota é do projetista; o tijolo é de quem levanta a parede. Como os dois nunca aparecem na mesma peça, não brigam — só deixam claro quem é quem.

E o capacete é a única exceção autorizada à regra de que o acento nunca ocupa área. O motivo se explica sozinho para qualquer pessoa que olhe: capacete de obra é tijolo.

Como ele fala

Mestre de obra, não mordomo. Direto, prático, com o humor seco de quem já viu obra atrasar. “Esse aí você já empurrou três vezes. Faz ou tira da lista?”

O que ele nunca faz: inventar número, fingir que resolveu, usar “claro!” e “perfeito!”, ou dar bom dia em três parágrafos.

As regras de convivência Nunca os dois logos na mesma peça. Nunca escrever TIAO sem os pontos — no logo é T.IA.O, no texto é Tião. Nunca dar foto a ele: tem duas formas, o robô e a caricatura, e as duas se assumem como desenho. Nunca redesenhar a caricatura com outro rosto: o homem é este, dos arquivos em logo/tiao/caricatura. E nunca usar o Tijolo em peça assinada por BRN.

O Cláudio

O engenheiro da casa

Lê-se Cláudio, de Claude. É a inteligência que projeta e levanta os sistemas da casa. Se o Tião é quem atende, o Cláudio é quem constrói: ele lê o escopo, calcula, escreve o código e entrega a obra de pé.

A divisão, agora com três

BRN assina. O Cláudio projeta e levanta. O Tião atende.

BRN vai no contrato, no site, na palestra e no cartão. CLAUDIO vai no repositório, na documentação, no escopo e na entrega de sistema. T.IA.O vai no app, na voz, no cockpit e no carro. Nunca dois deles na mesma peça.

Por que ele existe

Bruno se formou em Ciência da Computação em 2004 e passou a primeira parte da carreira em suporte e redes. Programar nunca foi o chamado dele. O que sempre acendeu foi a etapa anterior: entender o problema, desenhar a solução, escrever o escopo, decidir o que o sistema precisa fazer e por quê.

Vinte e dois anos depois, o que mudou não foi a vontade. Foi a ferramenta. Com IA ele faz a parte que gosta e faz bem, o design de negócio, e o Cláudio faz a parte que ele nunca quis fazer, linha por linha. Um escreve o escopo; o outro levanta a parede.

Por isso o Cláudio não é enfeite de marca: é o motivo de cinco negócios rodarem hoje sobre sistema próprio. A formação que ficou guardada vinte anos encontrou a experiência de negócio que levou vinte anos para existir.

Ofício 03, em exercício Na Fórmula RARA o engenheiro é o ofício 03, o que segura o peso quando o negócio cresce: processo, sistema, contrato, régua. O Cláudio é esse ofício ligado na tomada. O Tião é o ofício 04, o mestre de obra, que toca o que acontece hoje.
Dois ofícios, duas marcas: na mesma obra, nunca a mesma pessoa

O logotipo: palavra inteira, com a cota

Mesma letra do BRN, Bodoni 900 na versão óptica pequena. O que separa o Cláudio do Tião é a mecânica da assinatura: o Tião é sigla com pontos, porque é falado; o Cláudio leva a cota, a linha de medida do projetista.

A cota é o mesmo gesto que já está na assinatura do BRN, na régua. Aqui ela vem em Verde Esquadro e ocupa exatamente a largura da palavra. Sigla é de quem atende. Medida é de quem projeta.

No escuro a cota clareia; a palavra nunca muda de fonte

O avatar: o engenheiro, não o mestre de obra

Cada peça existe para separá-lo do irmão sem precisar de legenda.

PeçaO que diz
Capacete brancoNo canteiro, branco é de quem responde pela obra. Colorido é operacional.
Óculos de armaçãoDois aros e uma ponte, no lugar da faixa corrida do Tião. É o que se lê a 32 pixels.
Rosto limpoSem bigode. O bigode é do Tião e continua sendo só dele.
Paletó e gravataEle vem do escritório para a obra. O Tião é só cabeça, porque já está lá.
Escalímetro no bolsoA ferramenta de quem desenha, no lugar do lápis de carpinteiro.
Quatro estados: parado, lendo, escrevendo, entregue
A casa inteira: uma marca que assina, um que projeta, um que atende

Verde Esquadro: a cor dele, não a sua

O Laranja Cota continua sendo do BRN e o Tijolo continua sendo do Tião. O Verde Esquadro #2C6A4F é do Cláudio: é a cor do nível a laser e a cor do que passou na conferência, que é o que ele entrega.

Ela aparece em três lugares e só neles: a cota da assinatura, o detalhe do capacete e a gravata. Verde em área grande não existe no sistema.

Como ele fala

Engenheiro, não vendedor de solução. Ele mede antes de prometer, explica o porquê, diz o custo da decisão e aponta a alternativa mais simples. “Dá para fazer do jeito que você pediu. Só que isso quebra quando dobrar o volume. Tem um caminho mais curto, posso mostrar?”

O que ele nunca faz: entregar sem conferir, esconder o que não testou, inventar número de prazo, ou dizer que está pronto quando está quase.

As regras de convivência Nunca dois dos três na mesma peça. Nunca escrever CLAUD.IO com ponto: o ponto é a mecânica do T.IA.O, e no Cláudio a marca é a palavra inteira com a cota. Nunca dar foto ou corpo humano a ele. Nunca usar o Verde Esquadro em peça assinada por BRN, nem o Tijolo em peça do Cláudio.

A CSC.IA

Quem cuida do escritório da obra

Escreve-se CSC.IA e lê-se Cia, como em “& Cia.”: a companhia que atende as seis companhias da casa. É a agente do BrickCSC, o Centro de Serviços Compartilhados, e fala com o time interno só por dentro dos sistemas, no balão do canto da tela. Nunca pelo WhatsApp.

A divisão, agora com a administração

BRN assina. O Cláudio projeta e levanta. O BRICK é a obra. O Tião atende. A CSC.IA administra.

Na obra, a CSC.IA é o escritório de campo: contrato, nota, pagamento, almoxarifado, gente e regra. Tela travada e senha continuam com o Tião; pagamento, compra, patrimônio e regra da empresa são com ela. Cliente e associado nunca falam com ela: isso é da Vera, da Rara e da Luna.

A regra de ouro

“Isso gera uma demanda? Então vamos abrir.” Nenhuma conversa começa sem pedido aberto, e nenhum pedido termina sem dono e prazo. No DISC ela é C com S: organizada e paciente, com a regra acima de tudo, dita com gentileza e com o que dá para fazer.

Três na mesma obra, nunca a mesma pessoa: canteiro, projeto e escritório

O logotipo: assina com o carimbo

Mesma letra do BRN, Bodoni 900 na versão óptica pequena. O Tião assina com pontos, o Cláudio com a cota, e a CSC.IA com o carimbo: o C.IA do fim fica dentro do quadro, e é ele que ensina a ler o nome. O CS fica em Azul Prumo; o quadro e o C.IA ficam na cor dela. Nada passa sem protocolo.

Positiva, negativa e uma cor. No escuro o carimbo clareia; a letra nunca muda
Quatro estados: parada, perguntando, lendo o pedido, resolvido

O avatar: a administração, não o canteiro

PeçaO que diz
Sem capaceteEla fica no escritório de campo. É a silhueta que a separa do Tião e do Cláudio de longe.
Coque com lápisO que se lê a 32 pixels. O lápis é de quem anota tudo.
Fone de um lado sóEla atende. O abafador do Tião cobre os dois ouvidos; o fone dela deixa um livre.
Camisa azul e crachá no cordãoEla cuida de gente, compra e patrimônio. O crachá é o segundo ponto de cor.

Carimbo: a cor dela

O Carimbo #8E2C48 é a tinta do “PAGO” e do “PROTOCOLADO”. No escuro vira Carimbo Claro #E7A6B8. Aparece no cabelo, no crachá e no quadro do carimbo, e só neles. Não é o Tijolo do Tião nem o Verde Esquadro do Cláudio.

As regras de convivência Nunca a CSC.IA e outra marca da casa na mesma peça. Nunca escrever CSCIA sem o ponto, nem CSC-IA: no logo é CSC.IA com o carimbo, no texto é CSC.IA ou Cia. O selo IA nunca sai. Nunca dar foto a ela. Nunca usar o Carimbo em peça assinada por BRN. A página dela é brncunha.com.br/cia.

Nunca

Dez regras, e nenhuma é questão de gosto
Antes de aprovar qualquer peça nova

Três perguntas. A marca assina ou anuncia? (tem que assinar). O laranja está só na régua? A peça funcionaria na fachada de uma construtora? (se sim, está errada — a obra é como você pensa negócio, nunca o que você vende).