Brand book · versão 1 · setembro de 2026
BRN

Bruno Cunha — Construtor de negócios

O livro da marca: o que ela diz, como ela fala, como ela se desenha e onde ela aparece. Tudo o que está aqui já existe como arquivo pronto.

01Estratégia02Voz03A marca04Cor05Tipografia06Composição07Aplicações08O Tião09Nunca

Estratégia

Empresa não quebra por falta de ideia

Quebra por falta de ofício — alguém desenhou e ninguém levantou.

Esta é a tese da marca, e ela não é um slogan: é a leitura de quem levantou seis negócios e viu de perto onde cada um trava. Todo negócio é uma obra. E obra não sobe com uma competência só.

O território: o construtor

A maioria dos empresários domina um ou dois ofícios e para ali — o visionário que nunca orça, o operacional que nunca projeta, o técnico que não lidera gente. Raro é quem percorre a obra inteira, e é exatamente por isso que a obra dele sobe.

Bruno Cunha não é mentor, não é palestrante e não é empresário digital. É construtor. Ensina o que aprendeu levantando — e continua levantando.

Os seis ofícios

O método de construção. É o que estrutura a mentoria, o conteúdo e a linguagem interna das equipes: estamos em que fase da obra?

01 Arquitetovisão

Desenhar o que ainda não existe. É a parte que todo mundo acha que é a mais importante — e a única que não constrói nada sozinha.

02 Orçamentistanúmeros

Quanto custa, de onde vem o dinheiro e quando ele acaba. É onde a maioria dos sonhos morre, e ninguém gosta de falar disso em palestra.

03 Engenheiroestrutura

O que segura o peso quando o negócio cresce: processo, sistema, contrato, régua. Sem isso, crescer é o que derruba.

04 Mestre de obraexecução

O que acontece hoje, na obra, com as mãos. Empresário que nunca desce ao canteiro perde o contato com a verdade do próprio negócio.

05 Líder de obragente

Ninguém levanta parede sozinho. Formar, cobrar, sustentar e substituir — a parte mais cara e a que menos se ensina.

06 Pintoracabamento

Marca, atendimento, experiência. É o que faz alguém querer entrar — e o que quase todo negócio deixa por último e nunca faz.

A fundação

Fé e família. A parte da obra que ninguém vê e sem a qual nada fica de pé. Entra como base, não como assunto — uma seção, uma vez, com uma foto de verdade.

O texto, na palavra dele

“Já achei que tinha chegado. E no auge do que eu chamava de sucesso se abriu um buraco no meu peito — eu nunca tinha estado tão vazio. Hoje sucesso, para mim, é honrar a Deus, ser uma pessoa melhor e alcançar o céu.”

Isto não é copy, é testemunho. Publica-se como está ou não se publica.

E há uma coincidência que não é coincidência: um prédio pode subir bonito e estar vazio por dentro se a fundação não estiver lá. A metáfora do território e a história pessoal dizem a mesma coisa — por isso a frase é dele e cabe no palco: “já levantei prédio bonito sem fundação; por dentro estava vazio.”

Os dois métodos

A Fórmula RARA — Relacionamento, Autenticidade, Relevância, Ação — é o método da conversa. Os Seis Ofícios são o método da construção. RARA é como se fala; os Ofícios são como se constrói. E numa obra as duas coisas nunca andam separadas, porque obra é gente conversando.

A cascata do raro RARA (a conversa rara) → Rarus (a empresa que leva isso para dentro das outras) → o construtor raro (o empresário que percorre a obra inteira). Uma família de significado com três funções. RARA é a palestra, de Bruno. Rarus é a empresa, de Bruno e Diego. Nunca existe “Fórmula Rarus” nem “Rara DC”.

Onde isso vira negócio

FrenteO que é
PalestraFórmula RARA — a porta de entrada e o que gera convite
MentoriaOs Seis Ofícios apontados para dentro: em qual ofício você trava
Rarus DCQuando a empresa inteira precisa — treinamento in-company
Os negóciosVox2You, VP Club, Via Permuta. Não são produto da marca: são a prova dela
A vantagem que quase ninguém tem

“Não vivo de mentoria. Vivo das empresas que construí — e é por isso que eu ensino.”

Num mercado onde quase todo mentor tem como única obra vender mentoria, é esta frase que separa autoridade de palanque. Ela precisa aparecer no site, com todas as letras.

Voz

Quem construiu não precisa convencer

Concreto vence abstrato. Diga “três unidades, 1.100 alunos”, não “resultados expressivos”.
Ofício vence teoria. Fale do que se faz na obra, não do que se diz no palco.
O erro entra. Uma unidade é deficitária. Isso não se esconde — é o que separa relato de propaganda.
Uma frase, uma ideia. Se precisou de vírgula demais, ainda não está pronto.

assim não

Transformo empresários em líderes de alta performance através de metodologias exclusivas.

assim sim

Eu levanto negócio. Três unidades de franquia, uma empresa de treinamento, um clube de networking. Ensino o que aprendi levantando.

assim não

Descubra o poder de uma comunicação verdadeiramente transformadora.

assim sim

A maioria erra na comunicação por falar demais. Conversa que fecha negócio tem quatro elementos, e eu mostro os quatro.

assim não

Minha jornada de sucesso começou quando decidi acreditar no meu propósito.

assim sim

Já achei que tinha chegado. Estava mais vazio do que nunca.

Bio curta · 137 caracteres, cabe no Instagram

Construtor de negócios. Três unidades Vox2You, Rarus DC, VP Club.
Ensino o que aprendi levantando.
brncunha.com.br

Bio média · LinkedIn, release, apresentação de palco

Bruno Cunha levanta negócios há mais de dez anos. É dono da Vox2You Marista e sócio das unidades Flamboyant e Araguari, da Rarus DC — desenvolvimento corporativo — e da Via Permuta, além de estar à frente do VP Club. Não vive de mentoria: vive das empresas que construiu. É por isso que ensina.

A marca

BRN em serifa de alto contraste

A sigla é dele há anos — está no e-mail, no Instagram, na boca das pessoas. Não foi inventada aqui; foi limpa. Saiu o C duplicado, que não carregava significado nenhum e criava a única leitura ruim do conjunto.

A letra veio de outro lugar: das marcas que ele admira. Brooksfield, Tommy, Lacoste — todas do mundo da alfaiataria, nenhuma do mundo do bloco geométrico. Serifa de alto contraste lê como roupa boa, não como academia.

A assinatura principal — 90% das aplicações
Sobre o azul da marca
Sobre grafite

O detalhe que segura a peça: as três linhas têm exatamente a mesma largura. O BRN, a régua e o nome por extenso terminam no mesmo ponto dos dois lados — largura travada, não centralizada. É o que faz a assinatura parecer construída em vez de digitada.

As três peças

PeçaQuando
SoltaMarca principal: site, slide, contrato, placa, anúncio
EntrelaçadaOnde não cabe nome: bordado, lacre, favicon, marca d'água
EmolduradaImpresso e objeto: etiqueta, contracapa, relevo seco, certificado
Entrelaçada — o selo
Emoldurada — a etiqueta
Duas versões ópticas da mesma letra Grande (contraste dramático, serifa em fio) acima de 4 cm ou 150 px. Pequena (serifa grossa) para favicon, bordado, cartão e marca d'água. Não são duas marcas — é o mesmo princípio que jornal usa há duzentos anos. Usar a grande em tamanho pequeno faz as hastes finas sumirem. O critério é o tamanho final impresso, nunca o do arquivo.

Espaço livre e redução

Em volta da marca, no mínimo a altura da letra N. A entrelaçada nunca abaixo de 20 mm: as letras se fundem. A assinatura completa nunca abaixo de 30 mm de largura — o ofício some antes da letra.

Cor

Azul Prumo, com o laranja em um lugar só
a cor da marcaAzul Prumo#1B3A5C
Letra, fundos institucionais, títulos.
o acentoLaranja Cota#C8622A
Só a régua e marcações pontuais. Nunca em área grande.
o textoGrafite#16202B
Corpo de texto, fundo escuro alternativo, monocromia.
o fundoPapel#F2F0EB
O fundo claro. Nunca branco puro.
o apoioCinza Cota#55606B
Linha do ofício, legendas, secundário.
apoio no escuroAzul Claro#8FB4D6
A linha do ofício quando o fundo é azul.
a cor do TiãoTijolo#9A4F28
Só do assistente. Nunca em peça assinada por BRN.
A regra que faz o acento funcionar

O laranja atravessa todas as versões: sobre papel, sobre azul, sobre grafite, a régua é a única coisa que não muda de cor. É ela que amarra o sistema e faz reconhecer a marca de longe sem ler a letra.

E é por isso que ele não pode aparecer em mais nada. Se o laranja ocupar mais de 5% de uma peça, algo está errado.

Monocromia

Carimbo, gravação a laser, bordado de um fio, serigrafia de uma cor, contrato em preto e branco. A marca funciona sem nenhuma cor — existem as versões grafite, azul, preto puro e branco puro.

Monocromática grafite
Monocromática azul

Tipografia e elementos

Quatro famílias, quatro funções
BRN
Bodoni Moda 900 · a marca, e só a marca
Empresa não quebra por falta de ideia
Archivo · títulos e chamadas
Todo negócio é uma obra. E obra não sobe com uma competência só — a maioria domina dois ofícios e trava ali.
Source Serif · texto longo. Autoridade se lê em serifa, não em fonte de aplicativo
CONSTRUTOR DE NEGÓCIOS · 22 MM · BRNCUNHA.COM.BR
IBM Plex Mono · cotas, legendas, dados e endereços

As quatro são gratuitas e de licença livre (SIL OFL), uso comercial e modificação liberados, inclusive em marca registrada. Sem royalty e sem assinatura que vence — que era o problema da Axia Bold do manual de 2022.

Os três elementos gráficos

A régua. A barra laranja sob a marca e no rodapé das peças. É o elemento que se repete em tudo e o único lugar do acento.
A malha. A grade construtiva como textura de fundo, sempre discreta — ela é chão, não desenho.
A cota. A linha com pontas e a medida escrita em mono. Usada onde há medida de verdade: esquema de bordado, planta, especificação. Nunca como enfeite.

Fotografia

Canteiro real: em sala, no palco, em reunião, dentro da unidade. Luz do ambiente, nada de fundo neutro de estúdio. Uma única foto de família, sóbria, na seção da fundação. Se a foto pode ser de qualquer empresário, ela não serve.

Composição

A ordem de leitura de qualquer peça

Uma: a informação que interessa a quem olha (a frase, a data, o número).
Duas: a explicação, em corpo menor.
Três: a marca — que assina, não anuncia.

A marca vem por último na leitura e quase sempre no rodapé ou no canto. Peça em que a marca é a primeira coisa que se vê é anúncio de si mesma, e isso é o oposto de autoridade.

A margem mínima Em qualquer peça, a margem é no mínimo a altura do BRN usado nela. Em peça pequena isso parece muito espaço vazio — é justamente esse espaço que faz a peça parecer cara.

Aplicações

Seis inegociáveis, oito por escolha

Inegociável é a aplicação que aparece toda semana e para gente de fora. Se ela estiver errada, a marca está errada — não adianta o resto estar certo. As outras oito são boas, mas se atrasarem um mês, ninguém morre.

Favoritos e aba do navegador

inegociável

Aparece toda vez que alguém abre o seu site. É a aplicação mais vista da marca e a que quase ninguém trata com cuidado.

Favoritos e aba do navegador

Cartão digital

inegociável

O que você manda no WhatsApp depois de um café. Substitui o cartão de papel e é a primeira coisa que a pessoa guarda — ou apaga.

Cartão digital

Fundo de teleconferência

inegociável

Você aparece em reunião online mais vezes por semana do que em qualquer evento. O centro fica limpo de propósito: o espaço é seu, não da marca.

Fundo de teleconferência

Avatar de rede social

inegociável

O selo entrelaçado sobre azul. Em 40 pixels, é isso que sobra da sua marca — e ainda lê.

Avatar de rede social

Capa do LinkedIn

inegociável

O único lugar onde a tese aparece antes de você falar qualquer coisa.

Capa do LinkedIn

Bordado na polo

inegociável

Esquema técnico com as medidas reais, pronto para mandar ao bordador: selo na versão óptica pequena, 22 mm, peito esquerdo, linha Azul Prumo.

Bordado na polo

As outras oito

Por ordem de retorno: as que o cliente vê primeiro, depois as de dentro de casa.

Capa de celular

iPhone 17 Pro, com a área da câmera marcada para a gráfica não invadir.

Capa de celular

Papel de parede do celular

Gradiente do grafite ao azul, marca no terço superior — onde não briga com os ícones.

Papel de parede do celular

Papel de parede do computador

Malha construtiva sobre papel, assinatura ao centro. 2560 × 1440.

Papel de parede do computador

Mouse pad

90 × 40 cm. A régua atravessa a peça inteira na borda inferior.

Mouse pad

Camiseta insider

A da equipe: selo pequeno na frente, assinatura grande nas costas. Malha grafite, silk de duas cores.

Camiseta insider

Painel de parede

Recepção e sala de reunião, 3 × 2 m. A divisão entre o azul e o papel é a própria régua.

Painel de parede

Agenda

Capa A5 em azul, marca em relevo. O laranja aparece só duas vezes: na régua e no pé.

Agenda

Molde de post

Um ofício por post. A estrutura é fixa: eyebrow, frase em Bodoni, régua, explicação, assinatura.

Molde de post
Todos os arquivos estão prontos Cada peça desta seção existe em tamanho real, no formato que o destino exige — 1206×2622 para o papel de parede do iPhone, 1920×1080 para a teleconferência, esquema com cotas em milímetros para o bordador. Ficam em pessoal/marca-brn/logo/aplicacoes. Nada aqui é imagem ilustrativa.

O Tião

T.IA.O — o assistente da casa

Lê-se Tião. Tecnologia de IA para Otimização: o assistente pessoal que atende no carro, no computador e em casa. Ele é extensão desta marca, não uma marca à parte — e a arquitetura toda cabe em uma frase.

A divisão

BRN assina. O Tião atende.

BRN vai no contrato, no site, na palestra e no cartão. T.IA.O vai no app, na voz, no cockpit e no carro. Um é o Bruno; o outro trabalha para ele. Nunca os dois na mesma peça — é a regra que impede o assistente de roubar a assinatura do dono.

Pai e filho — um assina, o outro atende

O logotipo: tijolo por fora, azul por dentro

Mesma letra do BRN — Bodoni 900 — na versão óptica pequena, porque marca de assistente vive em tela pequena. O que muda é o miolo: o T e o O são tijolo; o ponto-IA-ponto é azul.

A inversão é o que faz o logotipo contar a história inteira sem legenda: o azul é a máquina, herdada do BRN; o tijolo é o canteiro. A inteligência mora dentro do nome de obra.

Sobre azul o miolo vira tijolo — única inversão, e por motivo físico: azul sobre azul não se lê

O avatar: robô mestre de obra

Cada peça tem função, e é o que o separa de um bonequinho qualquer.

PeçaO que diz
CapaceteA obra. Em tijolo, a cor dele.
AbafadorEPI de verdade — e diz o que ele faz: ouve.
Olhos azuisSão o .IA. do logotipo. O azul é a máquina.
BigodeO que o torna Tião, e não um robô genérico.
Grade de vozEle responde.
Quatro estados — no cockpit você sabe de relance o que ele está fazendo

Tijolo: a cor dele, não a sua

O Laranja Cota continua sendo do BRN. O Tijolo #9A4F28 é do Tião. A cota é do projetista; o tijolo é de quem levanta a parede. Como os dois nunca aparecem na mesma peça, não brigam — só deixam claro quem é quem.

E o capacete é a única exceção autorizada à regra de que o acento nunca ocupa área. O motivo se explica sozinho para qualquer pessoa que olhe: capacete de obra é tijolo.

Como ele fala

Mestre de obra, não mordomo. Direto, prático, com o humor seco de quem já viu obra atrasar. “Esse aí você já empurrou três vezes. Faz ou tira da lista?”

O que ele nunca faz: inventar número, fingir que resolveu, usar “claro!” e “perfeito!”, ou dar bom dia em três parágrafos.

As regras de convivência Nunca os dois logos na mesma peça. Nunca escrever TIAO sem os pontos — no logo é T.IA.O, no texto é Tião. Nunca dar foto ou corpo humano a ele: tem rosto porque é personagem, mas se assume como desenho. E nunca usar o Tijolo em peça assinada por BRN.

Nunca

Dez regras, e nenhuma é questão de gosto
Antes de aprovar qualquer peça nova

Três perguntas. A marca assina ou anuncia? (tem que assinar). O laranja está só na régua? A peça funcionaria na fachada de uma construtora? (se sim, está errada — a obra é como você pensa negócio, nunca o que você vende).